Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Olhar distante
Olhar distante

Num imenso vazio, horas a fio
Estou olhando para o infinito
Num silêncio só a mim restrito
Que só por mim, poderá ser descrito

Ausência de consciência, declaro minha inocência
Acredito que no horizonte, lá bem distante
Posso declarar-me livre desse meu ser errante

E quando encontrar-me lá na frente, tomará que eu seja bem diferente
Desprovido das amarguras, das amarras que me seguram
Aqui onde estou

Quero abrir uma conexão, um elo entre a loucura e a razão
Quero no distante intercalar o aqui é o adiante
Quero adiantar meus pensamentos e viajar dentro do meu tempo

Se alguém notar esse meu olhar!
Não precisa se assustar
Abra sua própria conexão, crie seu canal de comunicação

Não se perca nas ondas das ilusões
Encontre suas próprias razões

Jonas Luiz
São Paulo, 30/01/18

Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 30/01/2018
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