Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Trilhos do tempo
Trilhos do tempo

A muito que enveredei nessa viagem
Não sei se por acaso ou rota programada
Só sei que essa é a minha estrada

Junto com ela nessa jornada, também ganhei de presente um relógio que marca o meu tempo
Engraçado ele não cessa nem por um momento.

E vou seguindo pelos trilhos da vida, subidas e descidas
Curvas, retas, Campos e florestas
Sob chuva e sol, nem mesmo uma tempestade faz parar esse tic tac algoz

Todos nós temos assentos reservados nessa viagem
E nem adianta fazer sacanagem, tentar mudar de lugar
Assentos marcados, todos personalizados

Às vezes o trem dá umas paradas e a gente pensa que chegamos na estação final
Nada é parada para novos passageiros  embarcar
Não existem limites, lugares vagos, nunca existirão

Ei você! Sei que está também nesse trem
Vamos bater um papo?
Qual o seu vagão?
Eu estou no vagão da poesia, não é difícil de encontrar

Aqui é só alegria

Jonas Luiz
São Paulo, 06/02/18

Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 06/02/2018
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