Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Rio INterVENÇÃO
Rio INterVENÇÃO

Cidade maravilhosa, lá do alto o Cristo Redentor, observa todo horror
Arrastão, invasão, morar nos morros é uma missão
Andar no asfalto, alvo fácil para o assalto
Tanto em baixo ou em cima, o fuzil te elimina
A garota de Ipanema anda triste, da até pena
A violência atravessou o samba, só sendo bamba para aguentar
Enquanto isso o prefeito foi viajar e o governador fugiu pro sítio pra descansar
E o povo sem lenço e sem documento assiste em Paris um belo jantar
Muita propina, Muita carneficina, de belo só o caminhar da garota de Ipanema, linda menina
Hoje eu vi uma luz no fim do túnel, negócio federal
Uma tal de InterVENCÃO, ocupação, mudança de comando
Espero que essa luz não me faça de otário
Já pensou se for um trem vindo no sentido contrário?

Jonas Luiz
17/02/18
Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 17/02/2018
Alterado em 17/02/2018
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