Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Caminhos
Caminhos

Caminhos que percorri, sem destino algum, cheguei em lugar nenhum
Sementes que plantei, mas não as reguei, nunca foresceram
Amor que pensei ser meu, sumiu e desapareceu
Telas que pintei paisagens belas, nunca foram consideradas aquarelas
Aquela estrela que te prometi, uma explosão a fez desaparecer, tornou-se impossível mostrá-la para você
Todos meus projetos estavam guardados, pena as traças tê-los encontrados, morreram engavetados
Aquela dieta que eu vi num programa de tv, nunca comecei, engordei
Aquela viagem dos meus sonhos, virou pesadelo, nunca saí da minha terra
Vivo deixando tudo para o amanhã, mas o tempo nunca para, pode ser tarde demais
Fiz inscrição na maratona da vida, mas nunca iniciei nenhuma corrida
Quem sou eu nessa  orquestra que é   a vida? será que irei tocar somente a minha marcha de despedida?
Nada disso a muito parei pra pensar!
Então corro pra chegar
Entrei na disputa pra ganhar
De braçada, com largas passadas, sei muito bem onde pretendo alcançar

Sai da frente, vou te atropelar

Jonas Luiz
São Paulo, 01/018

Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 01/03/2018
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