Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
PrêmiosPrêmios
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Textos

Devaneios
Devaneios

Meus pensamentos são um emaranhado, são teias
Meu corpo se sustenta pelo sangue que corre em minhas veias
Minha consciência é a aranha armadeira
Ela tece os pontos, equilíbrio nos barrancos

É muito triste morar sozinho e fugir de casa
Acender o fogo esconder as brasas
Apagar os rastros pra ninguém te encontrar
Ter pouco tempo para assoprar

Fechar os olhos se fingir no escuro, pular o muro da Sanidade
Descobrir o quanto é perto a fronteira da realidade
Somos vizinhos, moramos na mesma cidade

Não tenho mais idade, não adianta disfarçar
Os caminhos que percorri, não tenho mais como voltar
Inshigts do meu passado é passado, são memórias para recordar

Só não posso me abandonar, me perder no baú das minhas histórias
No túnel do tempo ecoa a música da minha vida
Paredes musicadas, sinfônia de despedida e de chegada

Jonas Luiz
São Paulo, 19/03/18

Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 19/03/2018
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras