Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Amplitude
Amplitude

Na amplitude da vida eu vejo a magnitude
Na expressão de um poeta, as palavras em linhas retas
No silêncio da madrugada, vidas desencontradas
Na realidade de um tempo que é cessante, o medo de ser apenas um errante
No medo de enlouquecer de amor, vivo controlando a minha dor
Na Areia esvaindo entre os meus dedos, vão juntos os meus apegos
Na promessa feita uns dias antes, muita fé pra seguir adiante
Na infância e nos sonhos de uma criança, um encanto e uma grande esperança
Nos gritos que saem da alma, um bálsamo que acalma
Na amplitude, na magnitude, nas nossas vicissitudes e na falta de atitude
No tempo que não controlo, na minha carreira solo, nas minhas maldades sem dolo
Na última dose de esperança eu agarro a vida e a convido para uma dança
Naquilo que ainda não sei, nos pensamentos que ainda não pensei, apenas rezei
Num intrafegável labirinto, ouço um choro sucinto, sinto o cheiro do absinto
Nesse indecifrável mistério, nem desvendando eu sossego
E nessa infindável amplitude só resta pedir a Deus que nos ajude

Jonas Luiz
Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 02/05/2018
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