Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Exposto
Exposto

No meu rosto está nítido e exposto
Nos meus olhos às lágrimas quando choro
Na minha boca aquele amargo, aquele gosto
Na minha voz um grito quando imploro

Do meu passado alguns momentos guardados
No meu presente colho que plantei das minhas sementes
O futuro nem bate na porta, entra direto, já deixo ela aberta

As minhas lágrimas são sentidas
As minhas risadas são necessárias
Elas são o meu antídoto
Nesse meu rosto esculpido

Sem disfarce eu mostro a minha face
É nítido está no meu olhar
Fotocópia da alma desse poeta
É impossível ficar encoberta

O peso da idade são as lembranças
O que alivia é a esperança
Ela faz a alma flutuar
É o que me faz viver e  sonhar

Jonas Luiz
02/08/18
Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 02/08/2018
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