Sou poeta, obstetra das palavras
Saiu da alma, virou poesia
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Talvez tenha jeito
Talvez tenha jeito

Talvez as coisas não sejam desse jeito
Talvez seja a minha falta de jeito
Talvez o tempo conserte tudo nessa falta de tempo
Talvez um dia entenda o que hoje ainda não entendo
Talvez comece a viver o que ainda não estou vivendo
Talvez enxergue algumas linhas que estão nas entrelinhas
Talvez  o velho não sirva mais e seja a hora do novo
Talvez precise respirar bem devagar pra poder acelerar o fôlego
Talvez o fim seja o início de um recomeço, um novo jogo
Talvez as coisas que não dou valor seja as que tenham o maior preço
Talvez o silêncio seja a melhor resposta
Talvez no fim das contas nem seja tão importante o que se conta
Talvez a verdade seja uma falsa felicidade
Talvez eu não saiba de nada e tenha muito que aprender
Talvez encontre aquela estrela que perdi na escuridão e ela faça um clarão
Talvez toda certeza é que tudo é uma incerteza
Talvez o desapego seja a melhor maneira de viver com meus apegos
Talvez você seja a minha outra metade pra gente viver uma vida inteira
Talvez a vida seja uma linha reta, mas muitas vezes entortamos a  linha do nosso tempo
Talvez falte-me consciência, mas não posso afirmar que tudo é inconsciente
Talvez, uma vez, outra vez, várias vezes
Talvez um dia entenda, talvez um dia eu compreenda
Talvez

Jonas Luiz
São Paulo, 25/07/18
Poeta Jonas Luiz
Enviado por Poeta Jonas Luiz em 14/08/2018
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